Depois de uma tarde de brincadeiras na pracinha, um "conflito" entre a Rafa e sua amiguinha: as duas queriam, ao mesmo tempo, brincar no mesmo balanço.
Pensado nisso, lembrei de que para alguns teóricos a propriedade privada com o qual o gozo absoluto sem nenhum tipo de limite seria a origem dos conflitos.
Assim, tentei criar uma regra de convivência, tentando simplificar a função social da propriedade:
ART. 1 - QUANDO DUAS OU MAIS CRIANÇAS QUISEREM BRINCAR COM O MESMO BRINQUEDO AO MESMO TEMPO, BRINCARÃO COLETIVAMENTE. (REGRA GERAL)
P. ÚNICO: CASO SEJA UM BRINQUEDO QUE NÃO SEJA POSSÍVEL BRINCAR COLETIVAMENTE, TERÁ PREFERÊNCIA QUEM PEDIU PRIMEIRO, DESDE QUE POR TEMPO RAZOÁVEL, SALVO SE, COM BASE NA FELICIDADE DE TODOS, O GRUPO DECIDIR DE FORMA DIVERSA. (EXCEÇÃO)
E ae Professor Ricardo Aronne, seria mais ou menos isso? heheh
PS: Para quem ficou curioso sobre como foi solucionado o "conflito" das amigas pelo balanço. A amiga acabou cedendo, por influência do pai, para que a Rafa brincasse primeiramente. A menina então foi brincar de pega-pega com sua família, tornando, assim, não tão legal o balanço como parecia inicialmente para a Rafa que preferiu brincar também de pega-pega
A lição que fica: as brincadeiras coletivas geralmente são mais divertidas...

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